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Danny MacAskill

Danny MacAskill é um escocês que sabe explorar ao máximo a aventura sobre duas rodas. Expoente do bike trial, modalidade em que o ciclista tenta superar os obstáculos sem tocar seus pés no chão, o biker começou a mudar sua vida e ser internacionalmente reconhecido quando em 2009, um amigo seu, com quem dividia um apartamento, produziu e lançou o primeiro vídeo de MacAskill mostrando suas manobras  pelas ruas de Edimburgo, só no youtube o vídeo já chega aos 2 milhões e meio de acessos.


Após o sucesso de seu vídeo e obter reconhecimento por  todo o seu potencial da habilidade e maluquice, Danny largou seu emprego como mecânico, passou a se dedicar exclusivamente ao seu hobby e mudou-se para Edimburgo. Em pouco tempo ele se viu sendo matéria do New York Times, participando como dublê em filmes de Hollywood, atuando em comerciais e sendo nomeado pelo Laureaus Worls Sports Awards, (o Oscar dos esportes) na categoria de esportista de ação do ano.
Em seu novo filme, "Way Back Home", o acrobata das duas rodas mostra seus passeios nada comuns entre Edimburgo e a ilha de Skye, onde nasceu. MacAskill, sensação do trial bike, e que mora em um trailer, pedalou por boa parte das filmagens ainda lesionado de uma fratura na clavícula e com constante dor nas costas. Em entrevista à revista Go Outside, Danny comentou: "Todas as locações do filme fui eu mesmo que descobri... Não conseguiria fazer nada mais significativo para mim do que filmar o Way Back Home pela Escócia, envolvendo meus amigos no caminho. Foi realmente a melhor coisa que fiz na vida... Espero que as pessoas da Escócia e do mundo olhem a paisagem e achem o lugar tão incrível quanto eu acho". Bem, eu achei!

Fonte: Retalho Cultural

Need for Speed Run



Após ter seu primeiro vídeo vazado ontem pela varejista britânica ShopTo, a Electronic Arts anunciou oficialmente Need for Speed The Run, novo game da série de velocidade que deve chegar às prateleiras em 15 de novembro. Um dos principais destaques é que o título usará a engine Frostbite 2, da DICE, a mesma que serve de motor para o desenvolvimento de Battlefield 3.
O game também será o primeiro da franquia a utilizar cidades reais como cenário. Por enquanto, São Francisco e Nova York, ambas nos EUA, já estão confirmadas. Muitas mais ainda estão por vir, já que o jogador será levado em uma viagem da costa oeste à leste do país. A sinopse oficial publicada pela EA dá mais detalhes sobre o jogo:
“Chama-se A Corrida. Uma corrida ilícita, valendo tudo, pelo país. A única maneira de recuperar sua vida é ser o primeiro de São Francisco a Nova York. Sem limite de velocidade. Sem regras. Sem aliados. Tudo que se você tem são suas habilidades ao volante e determinação, enquanto batalha contra os motoristas mais famosos do país nas pistas mais perigosas. Em Need for Speed The Run, você seguirá por densos centros urbanos, voará por montanhas geladas e passará por cânions apertados a velocidades alucinantes, enquanto escapa de uma força policial preparada – e desejando – utilizar força letal para te impedir.”
A trama parece seguir os moldes de Most Wanted, com o personagem principal disputando contra alguns dos pilotos mais famosos do país para “recuperar sua vida”. As corridas, porém, acontecem em circuitos ilegais.
A Electronic Arts também inaugurou o site oficial do game, que pode ser visto clicando aqui. Need for Speed The Run será lançado para PC, PlayStation 3, Xbox 360, Wii e 3DS.


Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9838-need-for-speed-the-run-e-anunciado-oficialmente.htm#ixzz1L6vuHLcD

Nova conexão promete alcançar 50Gbps

A Intel anunciou que está trabalhando em uma nova tecnologia de interconectividade, a qual é capaz de transferir dados até cinco vezes mais rápido que o seu mais recente protocolo, o Thunderbolt. Combinando componentes de silicone com redes óticas, a novidade pretende alcançar a velocidade de transmissão de 50 gigabits por segundo, em distâncias de até 100 metros.

Em entrevista para a IDG News, Jeff Demain, diretor estratégico de pesquisa em circuitos e sistema da Intel Lab, revela que a nova tecnologia deve chegar ao mercado em 2015. De acordo com Demain, o protocolo será compatível com smartphones, tablets, computadores, televisores, entre outros eletrônicos. Apesar de serem concorrentes, o Thunderbolt e a nova tecnologia devem coexistir.

“Nós os vemos como complementares. É a evolução desses conectores e protocolos que os fazem evoluirem”, comentou o diretor da Intel. Além do suporte para PCI-Express e DisplayPort, já existente no Thunderbolt, o novo protocolo terá compatibilidade com adaptadores HDMI, DVI e VGA.



Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9839-na-velocidade-da-luz-novo-protocolo-de-conexao-promete-alcancar-50-gbps.htm#ixzz1L6uC2NRQ

Como recuperar um smartphone perdido ?

Poucas situações são mais frustrantes do que investir centenas de reais na compra de um aparelho simplesmente para perdê-lo. Seja por descuido próprio ou pela ação de outras pessoas, ninguém está imune a este tipo de situação, que costuma ser uma boa fonte de preocupações.
Porém, se antes perder um celular significava ter que comprar um novo, atualmente existem diversos serviços que tornam possível recuperá-lo facilmente. Neste artigo, apresentamos as soluções mais comuns para aparelhos com iOS e Android, dois dos sistemas operacionais mais populares do mercado.
Confira abaixo os passos necessários para recuperar seu aparelho e, após a leitura, não deixe de registrar sua opinião em nossa seção de comentários.

iOS

A forma mais segura (e, até o momento, a única aprovada em aparelhos que não passaram pelo jailbreak) de recuperar aparelhos com o iOS é o recurso Find My iPhone do MobileMe. Com ele, não só o usuário tem à disposição uma imagem de satélite com a localização do aparelho, como pode bloqueá-lo ou até mesmo apagar todos os dados do aparelho.
A desvantagem fica pelo fato de ser um serviço pago (US$ 99 anuais) e que requer um cartão de crédito internacional para ser ativado. Quem está indeciso se o investimento vale a pena conta com a alternativa de testá-lo gratuitamente durante dois meses antes do período de cobranças ser iniciado.

Como usar o Find My Phone

1) Acesse o site oficial do MobileMe e selecione a opção “Find My Phone” (Encontre meu telefone), representada pelo símbolo de um radar. Em seguida, faça o login com a conta registrada no serviço;
2) Na página seguinte, surge um mapa indicando o local onde o aparelho com o iOS está localizado. Além de aumentar ou diminuir o nível de zoom, também é possível acessar imagens de satélite com grande grau de precisão;
3) Para enviar uma mensagem ao aparelho e iniciar a reprodução automática de um alerta, clique em “Display Message or Play Sound” (Mostrar imagem ou reproduzir som). Além de servir como alerta de que o aparelho foi perdido, o som também ajuda nos momentos em que se perdeu o smartphone em algum lugar da casa ou escritório e não é possível encontrá-lo;
4) Após enviar a mensagem, ela surge de forma praticamente automática na tela do dispositivo;
5) Ao selecionar a opção “Lock” (Bloquear), é possível bloquear totalmente as funções do aparelho, liberadas somente após inserir a senha pessoal registrada. Uma boa solução para evitar que outras pessoas acessem os dados gravados na memória;
6) A solução definitiva para proteger qualquer informação confidencial é selecionar a opção “Wipe” (Eliminar). Com ela, o dispositivo retorna ao estado de fábrica, eliminando de vez todas as informações de contatos e arquivos armazenados.
Essa opção só deve ser usada em último caso, já que, ao selecioná-la, o usuário perde totalmente a capacidade de rastrear o aparelho.

Android

A principal vantagem dos aparelhos Android em relação àqueles que possuem o iOS é a grande variedade de softwares de rastreamento. Como se trata de uma plataforma aberta, os aplicativos tem acesso livre a todos os recursos da plataforma, aumentando assim a variedade de ações possíveis.
Neste artigo, optamos pelo Anti-Virus Free como uma alternativa gratuita para rastrear smartphones perdidos. Porém, vale destacar que este não é o único aplicativo capaz de realizar funções do tipo disponível para a plataforma.

Como usar o Anti-Virus Free

1) Instale o aplicativo e, na janela principal, abra o menu e selecione a opção “Remote” (Remoto);
2) Na janela que abre, selecione a opção “Registration” (Registro) e, em seguida, insira o endereço de uma conta da Google que será responsável por fazer o rastreamento do aparelho;
4) Lembre-se de marcar a opção “Location Service” (Serviço de localização) para que o aparelho possa ser localizado através do Google Maps;
5) Em seguida, acesse o site oficial do desenvolvedor a partir de algum computador e clique sobre a opção “Login Here” (Entrar aqui) localizada abaixo do campo “Mobile Control Panel” (Painel de controle móvel);
6) Na próxima janela, a localização do smartphone surge automaticamente na tela através do Google Maps, com direito à zoom da imagem e visualização por satélite;
Ampliar7) A opção mais interessante disponível no serviço tem o nome “Applications” (Aplicativos). A partir dela, o usuário não só tem acesso a todos os aplicativos instalados no aparelho, como pode apagá-los de forma remota – ótima forma de verificar se outra pessoa encontrou o dispositivo e o está utilizando;
8) Assim como no iOS, é possível bloquear (“Lock”) o aparelho ou apagar totalmente os dados da memória (“Wipe”), através das opções localizadas na parte superior da tela. Vale destacar que tais opções têm uso gratuito por somente 13 dias, período após o qual será necessário registrar o Anti-Virus Free para continuar a usá-las.


iPhone cai de um avião a 300 metros de altura e sobrevive !

iPhone 4 é duro na queda





Parece improvável, mas um iPhone conseguiu resistir a uma queda de 1 mil pés de altitude e continuou funcionando. O fato inusitado aconteceu com um membro da Força Aérea norte-americana, que relatou o ocorrido ao site iLounge.
Ron Walker se preparava para saltar de paraquedas, durante um treinamento militar. Antes de saltar, seu iPhone 4 acabou se soltando e enfrentou uma queda livre de 300 metros de altura, a uma velocidade de 250 km/h.
O aparelho estava “embalado” apenas com um case da Griffin e um pequena placa de metal personalizada na parte traseira. Após retornar ao solo, Walker utilizou o Find My iPhone para rastrear o produto e, surpreendentemente, ele ainda estava funcionando.
Ao chegar ao local da queda, para espanto de Ron, o iPhone 4 continuava funcionando perfeitamente e nem sequer demonstrava ter passado por uma aventura como essa. Segundo o oficial, a hipótese mais provável é que o aparelho tenha sido aparado pela folhagem de alguma árvore e, com isso, amortecido a queda.


Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9288-iphone-cai-de-um-aviao-a-300-metros-de-altura-e-sobrevive.htm#ixzz1KJkOajJh

como um computador entende o sistema binário ?


Os computadores utilizam o sistema binário para realizar cálculos durante o processamento de dados, enquanto os seres humanos usufruem do sistema decimal para fazer contas. Apesar de terem relação, esses sistemas funcionam de forma bem diferenciada.
Você não sabe como uma máquina consegue “pensar” com tanta agilidade e eficiência? O Tecmundo explica de maneira descomplicada como os bits são processados pelo seu PC. Ligue a calculadora e resgate alguns conceitos de matemática que você aprendeu na escola para fazer descobertas fantásticas!

A diferença entre o cálculo humano e computacional

Usando os dedos das mãos

O sistema decimal é um método de numeração de posição com base dez, no qual são utilizados os algarismos indo-arábicos (0 até 9). Essa técnica serve para a contagem de unidades, dezenas, centenas, entre outras casas decimais (lembre-se daquela tabela que sua professora de matemática da 5ª série explicou).
Algarismos compostos pelo sistema decimal possuem um valor diferente de acordo com a sua posição. No número 528, por exemplo, o primeiro algarismo vale 500, o segundo 20 e o terceiro 8. Assim, temos a seguinte estrutura:

528 = (5 x 100) + (2 x 10) + (8 x 1)

Se transcrevermos essa fórmula para a base dez, ela ficará desta forma:

528 = (5 x 102) + (2 x 101) + (8 x 100)

Segundo levantamentos históricos, esse sistema de numeração foi adotado pelo homem devido à quantidade de dedos que temos nas mãos – únicos recursos que o homem primitivo tinha para contar as frutas colhidas, os integrantes do grupo ou os animais abatidos para sua alimentação.

Um ou outro

Por sua vez, o sistema binário representa os valores com apenas dois algarismo: 0 (zero) ou 1 (um) – ou seja, esse método possui base dois. Essa forma de cálculo, sendo auxiliada pela lógica booleana, é mais simples para a execução das máquinas.
O modo mais fácil para você transcrever um número inteiro do sistema decimal para o binário é dividi-lo por dois, anotar o restante (0 ou 1), pegar o quociente e dividi-lo novamente por dois. Faça esse mesmo processo até que o quociente final seja 1 (obrigatoriamente, a última conta deverá ser 2 ÷ 2). Para montar o numeral binário considere o algarismo 1 (essa é uma regra do cálculo) e depois siga a ordem de zeros e uns de baixo para cima.
Retomando o exemplo anterior, na base dois o número 528 seria construído conforme abaixo:

Portanto, o número 528 pode ser representado no sistema binário como 1000010000. Para o procedimento inverso, você deve selecionar separadamente cada dígito e contar sua posição. A unidade vale 1, a dezena vale 2, a centena vale 3 e assim por diante. O valor dessa posição será usado como o expoente da potência de base dois que orienta o cálculo. Usando o exemplo anterior, temos:

Some os valores obtidos para obter o valor no sistema decimal. Sendo assim, o número binário 1000010000 corresponde a:

512 + 16 = 528

Existem outros sistemas de numeração, como o octal (que usa oito símbolos para representar quantidades) e o hexadecimal (o qual utiliza seis letras, além dos algarismos indo-arábicos, para completar os cálculos). Ambos os métodos são usados na informática para a programação em linguagem de máquina.
Ressaltamos que o sistema binário possui operações de soma, subtração, multiplicação e divisão. Além disso, ele contempla valores fracionários (números que possuem valores depois da vírgula) e negativos – os quais são definidos pelo programador no momento da codificação do software.
Não nos aprofundamos nesses assuntos porque acabaríamos fugindo do escopo do artigo, tornando-o muito complexo para um primeiro contato do público leigo. Caso você tenha interesse no sistema binário, procure por conteúdo mais técnico na internet e aumente seu repositório de conhecimento.

Depois da teoria devidamente exposta, nada melhor do que praticar. Você pode usar uma calculadora binária para facilitar o processo. O MyCalc2 e a Calculadora Online são alternativas para você realizar cálculos em um piscar de olhos!

O interruptor do PC

Usando a operação de apenas dois dígitos ou estados da álgebra booleana (sim ou não, verdadeiro ou falso, ligado ou desligado e 0 ou 1, por exemplo), o sistema binário permite que os computadores processem dados com maior efetividade.
Qualquer valor diferente desses dois algarismos será desprezado pela máquina, fato que promove maior confiabilidade aos cálculos. Isso é uma grande vantagem em relação aos mecanismos que processam informações de maneira analógica, os quais são mais suscetíveis a “ruídos” (em outras palavras, distorções na transmissão de dados).
Aliado à lógica booleana, o sistema binário permite representar números, caracteres ou símbolos, e realizar operações lógicas ou aritméticas por meio de circuitos eletrônicos digitais (também chamados de portas lógicas).

O sistema operacional do PC identifica as combinações numéricas através do valor positivo ou negativo aplicado pelo programador aos zeros e uns do programa em execução. Assim, a leitura dos códigos binários funciona como um interruptor: quando o computador identifica o 1, a luz acende; ao se deparar com o 0, a luminosidade é apagada (são feitas milhares de leituras por segundo!).
Por meio desses sinais, a máquina pode realizar os cálculos e processamentos necessários para transformar o conteúdo codificado em um formato que possamos compreender – seja texto, imagem ou som.
Todos os softwares são codificados e armazenados com base no sistema binário. Isso significa que, se pudéssemos abrir o disco rígido do computador e ler o que está escrito nele, veríamos uma lista, aparentemente, interminável de zeros e uns.

Bits e Bytes

É válido lembrar que, na área computacional, um dígito binário (0 ou 1) é chamado de bit. O agrupamento de oito bits é denominado byte, o qual compõe os kilobytes, megabytes, gigabytes, entre outras notações que tanto vemos no mundo da tecnologia.

O ASCII (American Standard Code for Information Interchange) é a codificação de caracteres de oito bits usada pelos computadores para a representação textual. É por meio dos códigos ASCII que o PC reproduz 256 caracteres, dentre os quais a maioria é usada na redação e processamento de texto – são as letras que usamos para escrever em editores, como o Word.


Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9424-como-um-computador-faz-calculos-pelo-sistema-binario-.htm#ixzz1KDq9EB1F

7 coisas que você não sabia sobre vírus


As maiores pragas virtuais do mundoVocê se considera um verdadeiro mestre em segurança digital? Mesmo que a resposta seja “sim”, há muito sobre vírus e outros malwares (clique aqui e saiba tudo sobre esse e outros termos) que pouca gente conhece. Por isso, está na hora de conferir este artigo que o Tecmundo preparou para explicar a você, um pouco mais sobre esse curioso (e perigoso) mundo das pragas virtuais.
Confira as nossas dicas para conhecer um pouco mais sobre os arquivos maliciosos e saiba também que nem sempre basta possuir um antivírus atualizado e um firewall poderoso para estar completamente livre de ameaças.

1)Infecções não acontecem só com os outros

Não é difícil encontrar quem ache que as pragas virtuais só atingem os computadores dos amigos. Infelizmente isso é não é verdade, pois, como sabemos, todas as máquinas estão igualmente sujeitas a invasões ou contaminações. Por isso, é necessário que exista uma conscientização por parte dos usuários em relação às formas de utilização. Pode-se dizer até que alguns dogmas devem ser deixados de lado.

2) Mac e Linux também possuem vírus

Se você não utiliza o sistema operacional Windows, pode ficar um pouco mais tranquilo, mas isso não significa que descuidar completamente dos perigos existentes na internet é uma boa ideia. Dizer que o Mac OS X é invulnerável deixou de ser verdade há alguns anos. O mesmo se aplica às diversas distribuições do Linux, que podem ser muito estáveis, mas não são indestrutíveis.
Estima-se que aproximadamente 99% de todos os códigos maliciosos encontrados na internet foram criados para atingir o sistema operacional da Microsoft. O principal motivo para isso é a parcela de mercado ocupada pelo software (mais de 90% em todo o mundo), o que incentiva os crackers a encontrarem formas de burlá-lo.
Macs também são vulneráveis
É preciso lembrar que usuários maliciosos são movidos por seus egos. Quanto mais visível estiver o trabalho deles, mais satisfeitos ficam. Por isso há menos “glamour” em criar vírus ou outros malwares para os sistemas Mac e Linux. Com a crescente popularização destes, os perigos aumentam na mesma proporção.

Vulnerabilidades variam em cada SO

Como todos os sistemas operacionais são criados com suas próprias linhas de comando e outras peculiaridades, suas falhas também são únicas e não são repetidas em outros programas. Sabendo disso, ficam claros os motivos para que os vírus criados para Windows não sejam ameaças para outros sistemas operacionais.

3) Malwares vivem em ecossistemas

Pode parecer que os vírus são apenas arquivos sendo executados isoladamente, mas a verdade é outra. Vírus, trojans, worms e outros malwares trabalham de maneira complementar nos computadores. Por exemplo: um trojan armazenado em uma máquina pode ser ativado para que uma porta seja aberta. Assim, outras pragas podem entrar ou um cracker pode assumir o controle.
Outro tipo de invasão que ocorre com frequência pode ser exemplificada da seguinte maneira: arquivos maliciosos desativam apenas setores de firewalls, assim os computadores não emitem alertas de desativação da proteção residente e os crackers podem infectar os discos rígidos com mais vírus.

Eles vêm de muitos lugares

Já não é mais possível pensar que os vírus só são encontrados em páginas de conteúdo adulto ou ilegal, pois eles estão em todos os lugares. Hoje, um dos maiores disseminadores de pragas virtuais são os pendrives. Em faculdades, escolas ou empresas, pendrives são "espetados" em máquinas infectadas e assim começa uma "epidemia".
Infecções por pendrives
Não podemos nos esquecer dos emails contaminados, frutos de contas invadidas ou listas de contatos perdidas. Com eles são repassados milhões de arquivos ou links infectados, todos os dias. Ressaltamos: é extremamente importante tomar cuidado com todos os tipos de mensagens abertas e mídias inseridas nos computadores.

4) Computadores podem ser zumbis

Pois é, você não leu errado. Há um tipo de praga virtual conhecido como botnet, que transforma os computadores infectados em computadores zumbis. Essas máquinas podem ser controladas remotamente por crackers que desejam retransmitir informações para servidores remotos ou para despistar possíveis rastreios em casos de invasão de computadores ou sistemas.

5) Phishing é a nova ameaça

Depois do famoso vírus “I Love You”, surgiu uma enorme gama de novos malwares que também traziam nomes atraentes, o que estimulava os usuários a clicarem em emails contaminados. Hoje os arquivos maliciosos vivem um período semelhante, mas a onda do momento é a prática do Phishing.
Fonte da imagem: Symantec
É necessário tomar muito cuidado, pois esses arquivos maliciosos são distribuídos disfarçados, geralmente com um design muito parecido com o original. É muito comum que usuários mal-informados acabem clicando sobre os links que redirecionam para endereços infecciosos. Lembre-se sempre de que bancos jamais enviam emails com links para alteração de cadastro ou informações parecidas.

6) Não é recomendado possuir mais de um antivírus

Pode parecer que utilizar dois softwares de proteção contra vírus é uma ótima ideia, mas a verdade é justamente o oposto. Em vez de duplicar a proteção, há dois problemas muito grandes que são originados com essa prática. O primeiro deles é a possibilidade do surgimento de conflitos entre os aplicativos, resultando em brechas no sistema.
O outro é menos prejudicial para os sistemas operacionais, mas também pode incomodar bastante. Devido ao grande volume de informações sendo computadas, há uma sobrecarga da memória RAM e também do processador, o que pode originar lentidão nas máquinas e até mesmo alguns travamentos, dependendo do caso.

Há como verificar arquivos online

Você já teve a sensação de estar com o computador infectado? Depois de varrer todo o computador, o seu antivírus disse que não há problemas e mesmo assim você ainda teme pela segurança da máquina? Então está na hora de conhecer algumas ferramentas online que garantem uma segunda opinião para seu sistema.
Análises online
Com softwares de varredura online, é possível realizar uma verificação completa em seu computador, incluindo discos removíveis. Mas se a sua vontade é saber sobre algum determinado arquivo, a melhor escolha é o VirusTotal. Essa ferramenta (utilizada pelos analistas do Baixaki) verifica arquivos de até 100 MB com todos os principais antivírus da atualidade.

Atualizações são úteis

Você sabe para que servem as atualizações? É muito simples: quando um programa é desenvolvido, ele é criado com as aplicações de segurança necessárias para que os usuários sejam protegidos. O problema é que surgem novos arquivos maliciosos e então é necessário que as desenvolvedoras criem melhorias em seus sistemas: são as atualizações.
Isso não vale apenas para os antivírus, mas também para outros programas, principalmente aqueles que possuem conexão com a internet. Atualizando os aplicativos, você está evitando que várias brechas de segurança fiquem expostas em seu computador.

7) O melhor antivírus é você

Isso não deve ser novidade, afinal de contas, todas as dicas que demos neste artigo são relacionadas a cuidados na utilização. Mesmo assim, vamos ressaltar alguns pontos muito importantes. De nada adianta possuir antivírus poderosos se o usuário não os atualiza sempre que preciso. Também não adianta um firewall se não há cuidados com cliques.
Todo cuidado é pouco
Não é exagero dizer que nós somos os únicos antivírus realmente confiáveis que existem. Lembre-se sempre de seguir os passos de segurança para que você possa navegar tranquilamente pela internet. Mantenha sempre seus aplicativos atualizados e tome cuidado com o que visita. Sendo consciente, é muito difícil ser infectado (clique aqui para conhecer os piores hábitos que podemos ter na web).
.....
Você já conhecia essas informações que o Tecmundo trouxe neste artigo? Aproveite o seu espaço de comentários para dizer o que pensa a respeito desse mundo dos vírus e de outras pragas virtuais. Leia também este artigo para saber a importância dos hackers no mundo tecnológico.


Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9465-7-coisas-que-voce-nao-sabia-sobre-virus.htm#ixzz1KDoQ8ns2

O que tem dentro do seu computador ?

Clique aqui para ver a estrutura do seu computador em uma animação do tecmundo.


Utilizar computadores tornou-se uma tarefa corriqueira e muito divertida. Enquanto o PC está estável e apresentando bons resultados, ficamos muito contentes. Porém, quando um problema aparece, a preocupação toma conta. E só de pensar que o defeito pode ser nas peças do computador, já bate um desespero.
Muitos usuários pensam em nunca abrir o computador. Alguns têm medo de encontrar um mundo novo. Outros simplesmente preferem não mexer para evitar quaisquer problemas. Seja como for, conhecer a parte física da sua máquina pode ser importante. Para os curiosos pode ser até interessante, afinal, são diversos componentes eletrônicos que fazem uma mágica para você acessar a web e realizar outras tarefas.
O artigo de hoje é dedicado a todos que nunca abriram um gabinete e, também, para os usuários que desejam relembrar algumas informações importantes sobre hardware. Agora que você já visualizou nosso infográfico, vamos às explicações prolongadas.

Gabinete

Pode parecer esquisito abordar o gabinete como parte do hardware. Contudo, esse componente é essencial para comportar os demais itens. Além de armazenar as placas, discos e demais peças, o gabinete possibilita a organização dos cabos e serve como um local para resfriamento do hardware.

Gabinete
Normalmente o gabinete é fabricado com metais de alta resistência mecânica, ou seja, um material bem duro para evitar danos às peças que estão no interior. Todavia, existem modelos com acabamento em acrílico, plástico e outros materiais.
Um erro recorrente, e inclusive normal, é chamar o gabinete de CPU. Na realidade, ele armazena a CPU, mas está longe de ser uma. É preciso sempre ter em mente que o gabinete não tem qualquer função eletrônica, enquanto o processador (CPU) é um item “pensante”.

Placa-mãe

A placa-mãe só não é o principal componente do computador porque não é ela quem executa os programas. Todavia ela é a peça que une todos os demais itens de hardware, o que a torna essencial para o funcionamento da máquina.
Quando você abre o gabinete, não é possível visualizar a placa-mãe por completo, porque ela está oculta embaixo de outros componentes. Como você pode ver na imagem acima, as placas-mãe possuem um formato retangular e uma enormidade de pequenas peças visíveis a olho nu.
A placa-mãe
A placa-mãe possui espaços próprios para encaixar o processador, os módulos de memória, placas extras e diversos cabos. Além disso, ela conta com furos próprios para que, com o uso de parafusos, seja possível fixá-la ao gabinete.
Por ocupar grande espaço, fica quase impossível não notar que seu PC possui uma placa-mãe. Ela possui alguns componentes que chamam a atenção, como é o caso do chipset (um item metálico com formato quadrado que fica próximo dos locais para encaixe de placas extras) e dos conectores que ficam visíveis na parte traseira do gabinete.

Processador

O processador é o item mais importante da máquina. A maioria dos computadores nem sequer liga sem a presença de uma Unidade Central de Processamento (Central Process Unit ou CPU). Uma CPU possui formato retangular e possui milhões de pequenas peças minúsculas.
Em um primeiro instante, você não conseguirá visualizar o processador dentro do gabinete. Ele fica embaixo do dissipador e do cooler. O dissipador é um componente metálico de tamanho avantajado que, como o próprio nome diz, serve para dissipar o calor. Já o cooler é a ventoinha que fica em cima do dissipador e que tem como função retirar o ar quente da CPU.
Dissipador e Cooler
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons - Autor: Mike Babcock)
A CPU se comunica com os demais componentes de hardware através das ligações na placa-mãe. Para poder executar os programas e jogos, o processador deve receber dados da memória RAM, trocar informações com o chipset e enviar ordens para outros componentes.
Embaixo do processador há diversos pinos metálicos, os quais fazem a ligação com a placa-mãe. A quantidade de pinos varia conforme o modelo da CPU. Cada fabricante opta por um padrão diferente, até porque a arquitetura interna dos processadores exige mudanças na parte externa.
Pinos do processador
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons - Autor: Mike Babcock)

Memória RAM

A memória RAM não é, necessariamente, apenas um item. Em muitos computadores ela pode ser composta por dois, três ou mais módulos. Muitas pessoas têm o costume de usar a palavra “pente” para se referir ao módulo, isso ocorre porque, de certa forma, o formato lembra um pouco.
Módulos de memória RAM
As memórias RAM são retangulares e têm a largura bem maior do que a altura. Elas são instaladas na placa-mãe e ficam próximas do processador. Os dados que ficam armazenados nela são temporários e essenciais para que a CPU acesse os processos em execução com alta velocidade.

HD

HD é a abreviatura para Hard Disk. Essa palavra significa disco rígido, nome comumente utilizado para fazer referência ao componente que armazena as pastas e arquivos. É no HD que fica instalado o sistema operacional, os programas e os jogos.
Além disso, o disco rígido guarda os vídeos, as músicas e as imagens do usuário.  Diferente da memória RAM, o disco rígido não armazena os dados temporariamente. Todas as informações presentes no HD ficam nele até que o usuário dê uma ordem para exclui-las.
HD
Fisicamente falando, o HD é um componente de formato retangular. Ele é pesado e possui em seu interior discos de metal, os quais mantêm os dados gravados. O HD é um dos poucos componentes mecânicos do computador, o que limita sua vida útil e faz com que ele consuma mais energia.
Nos computadores mais recentes, os HDs estão sendo substituídos por SSDs. Esses novos drives armazenam os dados em chips eletrônicos, detalhe que possibilita maior velocidade para leitura e gravação dos dados. Os SSDs ainda não possuem tanta capacidade de armazenamento como os HDs, no entanto, estão em constante evolução e devem substituir os discos rígidos dentro de alguns anos.

Slots PCI

Como citado anteriormente, as placas-mãe possuem espaços para a instalação de placas complementares. Tais espaços são conhecidos como slots. Atualmente existem dois padrões de slots: o PCI e o PCI-Express. O padrão PCI é o mais antigo e possibilita que o usuário instale placas de rede, de som, de modem, de captura e muitas outras.
Slots PCI
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons - Autor: Smial)
Antigamente existiam placas de vídeo para o padrão PCI, porém com a evolução do padrão, essas placas pararam de ser fabricadas para esse tipo de slot. As atuais placas-mãe possuem poucos slots PCI, justamente porque os componentes com esse tipo de encaixe estão saindo de linha.
O slot PCI é mais lento que o PCI-Express, entretanto, a velocidade de transmissão de dados e de operação nesse slot é suficiente para quase todas as placas suportadas. Apesar disso, o abandono desse padrão será inevitável, pois o PCI-Express suporta os mesmos tipos de placa e oferece alta velocidade.

Slots PCI-Express

O PCI-Express é um tipo de slot mais recente, que vem para substituir o PCI. Ele possui muitas diferenças nos contatos metálicos, fato notável logo pelo tipo de encaixe. Ele até parece o slot PCI invertido com alguns contatos a mais.
Slots PCI-Express
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons - Autor: Smial)
Como supracitado, o slot PCI-Express é o que há de mais atual para a utilização de placas complementares. As placas mais comuns para o padrão PCI-Express são as placas de vídeo. Elas conseguem trabalhar em alta velocidade graças ao modo de funcionamento do PCI-Express.
Outro detalhe que diferencia o padrão PCI-Express é a trava de segurança. Tal detalhe é fundamental para que as placas de vídeo sejam devidamente fixadas. Fisicamente, os slots PCI-Express são idênticos, todavia existem diferentes modelos, os quais podem ser identificados nos manuais das placas-mãe.

Placa de vídeo

As placas de vídeo são instaladas nos slots PCI-Express. Contudo, pode ser que seu computador não tenha uma placa gráfica instalada. Isso não quer dizer que ele não tem capacidade para processar elementos gráficos, mas indica que sua máquina não possui um item de hardware especializado para o processamento de elementos tridimensionais.
Placa de vídeo da AMD
Computadores sem placa de vídeo do tipo “offboard” (fora da placa) trazem um chip gráfico embutido na placa-mãe. Essas placas de vídeo discretas são chamadas de placas de vídeo “onboard” (na placa). A diferença entre esses dois tipos está no desempenho, que nas placas onboard é extremamente limitado.
Caso seu PC tenha uma placa de vídeo offboard, você facilmente irá identificá-la pelo enorme espaço que ela ocupa. Placas de vídeo offboard de desempenho razoável não necessitam de alimentação extra. Já as mais robustas trazem uma conexão exclusiva para o fornecimento de energia.

Fonte

Se o seu computador não é muito recente, é provável que a fonte de alimentação dele esteja instalada na parte superior. A fonte é uma caixa metálica, a qual fica conectada a uma tomada (por meio de um cabo ligado na parte de fora do gabinete) e interligada com os demais dispositivos de hardware.
Fonte de alimentação
A função da fonte de alimentação é receber a energia elétrica da tomada e transformá-la para que os componentes de hardware possam funcionar de maneira apropriada. Para tanto, ela conta com diversos transformadores e componentes elétricos, que terão como principal tarefa a redução dos 110 V (volts) da tomada para valores compatíveis (5 V e 12 V) com os itens de hardware.

Drive ótico

O último item de hardware é o drive ótico. Esse componente normalmente fica no topo do gabinete e sua função é ler discos de filmes, jogos, músicas, programas e dados em geral. Existem diversos tipos de drives óticos, mas no geral os modelos são divididos em três classes: drives de CD, drives de DVD e drives de Blu-ray.
Drive de DVD
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons - Autor: Qurren)
Os drives que leem CDs não são capazes de reproduzirem outros tipos de mídia. Já os modelos que suportam DVD são compatíveis com CDs, todavia não podem trabalhar com Blu-rays. E os drives de Blu-ray são os mais avançados, capazes de executarem CDs, DVDs e Blu-rays. Há ainda dispositivos para gravação de mídias, os quais são classificados de forma idêntica.

Máquinas complexas ao extremo

Nosso artigo acaba por aqui, porém esperamos que você tenha gostado das explicações. Como você deve ter notado, todas as informações foram bem simplificadas para atingir todos os que não tinham conhecimento aprofundado no assunto.
Esperamos que nosso artigo tenha despertado a sua curiosidade e que você busque mais informações sobre a parte de hardware do computador que, apesar de complexa, pode ser fascinante. Fique à vontade para comentar e até uma próxima!


Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9709-o-que-tem-dentro-do-seu-computador-infografico-.htm#ixzz1KDivK7Ip

Coisas que o piloto não revelam para os passageiros


Você, que tem arrepios quando o avião decola ou faz chacota com quem tem medo de voar, deveria ler com atenção os segredos que os pilotos de aeronaves não costumam contar para ninguém. E assim, descobrir quando realmente é hora de se preocupar. A revista Reader’s Digest perguntou a pilotos de diversas empresas aéreas nos Estados Unidos quais as coisas que eles não diriam a seus passageiros. 

Em tempos de caos aéreo, os profissionais dão dicas úteis para pessoas de qualquer lugar do mundo que estão pensando em pegar um voo. Por exemplo, não adianta nada pedir informações sobre o aeroporto a um piloto, eles viajam tanto que quase nunca conhecem os lugares onde estão.


Confira alguns conselhos úteis abaixo: 
1. “Nós também sentimos falta dos amendoins” – Piloto da US Airways 

2. “Constantemente carrego menos combustível do que acho confortável. As empresas aéreas estão sempre olhando para os limites, e você queima combustível quando carrega combustível. Algumas vezes, se você carrega só o suficiente e enfrenta tempestades ou atrasos, pode ficar sem combustível e precisará ir a um aeroporto alternativo” – Comandante de uma grande empresa 

3. “Às vezes a companhia não nos dá pausas para almoço ou até tempo para comer. Nós temos que atrasar voos para conseguir comer alguma coisa.” – Primeiro Oficial de transportadora regional 

4. “Nós contamos aos passageiros o que eles precisam saber. Não contamos coisas que irão assustá-los demais. Você nunca vai me ouvir dizer: ‘Senhoras e senhores, acabamos de ter uma falha no motor’, mesmo se isso for verdade” – Jim Tilmon, piloto aposentado da American Airlines 

5. “A verdade é que nós estamos cansados. Nossas regras de trabalho nos obrigam a estar em serviço por 16 horas sem intervalo. São muitas horas a mais que um motorista de caminhão, que pode descansar na próxima parada, não podemos parar na próxima nuvem” – Comandante de uma grande empresa.

Quem dorme até tarde não é vagabundo

Shutterstock
Alvo de críticas de familiares e amigos, quem gosta de ficar na cama até a hora do almoço pode ter um motivo científico para a "vagabundagem": o distúrbio do sono atrasado. O assunto foi um dos temas abordados no 6º Congresso Brasileiro do Cérebro, Comportamento e Emoções, que aconteceu recentemente em Gramado.
O organismo humano tem um ciclo diário, de modo que os níveis hormonais e a temperatura do corpo se alteram ao longo do dia e da noite. Depois do almoço, por exemplo, o corpo trabalha para fazer a digestão e, conseqüentemente, a temperatura sobe, o que pode causar sonolência. 
Quando dormimos, a temperatura do corpo diminui e começamos a produzir hormônios de crescimento. Se dormirmos durante a noite, no escuro, produzimos também um hormônio específico chamado melatonina, responsável por comandar o ciclo do sono e fazer com que sua qualidade seja melhor, que seja mais profundo.
Pessoas vespertinas, que têm o hábito de ir para a cama durante a madrugada e dormir até o meio dia, por exemplo, só irão começar a produzir seus hormônios por volta das 5 da manhã. Isso fará com que tenham dificuldade de ir para a cama mais cedo no outro dia e, consequentemente, de acordar mais cedo. É um hábito que só tende a piorar, porque a pessoa vai procurar fazer suas atividades durante o final da tarde e a noite, quando tem mais energia.
O pesquisador Luciano Ribeiro Jr. da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), especialista em sono, explica que esse distúrbio pode ser genético: "Pessoas com o gene da ‘vespertilidade’ têm predisposição para serem vespertinas. É claro que fator social e educação também podem favorecer”. Mas não se sabe ainda até que ponto o comportamento social pode influenciar o problema.
A questão, na verdade, é que o vespertino não se encaixa na rotina que consideramos normal e acaba prejudicado em muitos aspectos. O problema surge na infância. A criança prefere estudar durante a tarde e não consegue praticar muitas atividades de manhã. Na adolescência, a doença é acentuada, uma vez que os jovens tendem a sair à noite e dormir até tarde com mais frequência.
A característica vira um problema quando persiste na fase adulta. “O vespertino é aquele que já saiu da adolescência. Pessoas acima de 20 anos de idade que não conseguem se acostumar ao ritmo de vida que a maioria está acostumada”, diz Luciano. Segundo ele, cerca de 5% da população sofre do transtorno da fase atrasada do sono em diferentes graus e apenas uma pequena parcela acaba se adaptando à rotina contemporânea.
O pesquisador conta também que, além do preconceito sofrido pelos pais, professores e, mais tarde, pelos colegas de trabalho, o vespertino sofre de problemas psiquiátricos com maior frequência: depressão, bipolaridade, hiperatividade, déficit de atenção são os mais comuns. Além disso, a privação do sono profundo, quando sonhamos, faz com que a pessoa tenha maior susceptibilidade a vários problemas de saúde: no sistema nervoso, endócrino, renal, cardiovascular, imunológico, digestivo, além do comportamento sexual.
O tratamento não envolve apenas remédios indutores do sono, como se fosse uma insônia comum. É necessária uma terapia comportamental complexa, numa tentativa de mudar o hábito, procurando antecipar o horário do sono. Envolve estímulo de luz, atividades físicas durante a manhã e principalmente um trabalho de reeducação.
E as pessoas que têm o hábito de acordar às 4 ou 5 horas da manhã? “O lado oposto do vespertino é o que a gente chama de avanço de fase. Só que esse não tem o problema maior no sentido social. Ele está mais adaptado aos ritmos sociais e profissionais. Os meus pacientes deste tipo têm orgulho, já ouvi mais de uma vez eles dizendo ‘Deus ajuda quem cedo madruga’”, diz o neurologista. 

Ícones minimalistas inspirados em personagens

O designer Ty Lettau criou uma série de ícones minimalistas inspirados em personagens dos quadrinhos e do mundo pop. Veja abaixo alguns exemplos do trabalho de Tay e confira a galeria completa, com mais de 100 ícones,em sua página no Flickr.
Editora Globo
Batman (Imagem: Ty Lettau)
Editora Globo
Coringa (Imagem: Ty Lettau)
Editora Globo
Homem-aranha (Imagem: Ty Lettau)
Editora Globo
Homem de Ferro (Imagem: Ty Lettau)
Editora Globo
Jason (Imagem: Ty Lettau)
Editora Globo
Super Mário (Imagem: Ty Lettau)
Editora Globo
Homer Simpson (Imagem: Ty Lettau)
Editora Globo
Darth Vader, de Star Wars (Imagem: Ty Lettau)